• Paulo Dias F.

Gestão Financeira em Rota de Colisão?

Atualizado: 3 de Nov de 2018




02/10/2018

Querer chegar em algum lugar sem ter mapa, sem ter o Google Maps ou Waze e... Achar que vai chegar logo e no local correto parece insano, não?

Ano após ano, se os gestores da organização não fazem uso de ferramentas adequadas, além de não realizarem as metas propostas, nem sabem dizer adequadamente o porquê...

E o que mostra que uma organização está no caminho adequado?

Formas de medir, ao longo da jornada, seus resultados. Resultados que extrapolam as medidas financeiras, em moeda, em quantidades.

Vamos a alguns cuidados básicos, pelo menos no que tange a gestão financeira de uma organização?

1) Fluxo de Caixa – É saber o que se tem de receitas e despesas para os próximos períodos. Fácil não imaginar o que acontecerá até o final do ano seguinte. Muitos ciclos são parecidos com o passado recente.

Benefícios de se ter um bom fluxo de caixa?

Preparar-se para caso necessário, pagar a menor taxa de juros para o cedente do crédito a sua organização. Focar a equipe no que gera resultados (que é realizar vendas, produzir, com eficiência). É ter tranquilidade para realizar investimentos sabendo que o caixa da organização suporta.

2) DRE – Demonstrativo de Resultados – É saber que, mesmo com custos não afetando o caixa no dia-a-dia, sua organização precisa ser capaz de gerar resultados para fazer frente a estes custos. Exemplos: depreciação de máquinas, equipamentos, veículos. Apropriação proporcional de férias e 13º. Salário dos colaboradores. Diluir adequadamente o impacto do IPVA, IPTU, seguros ao longo de 12 meses de vigência. Apesar de que, no caixa, o pagamento seja realizado em períodos menores.

Benefícios de se ter um bom DRE?

Enxergar, claramente, se a organização apresenta bons resultados operacionais, econômicos e financeiros. No longo prazo, é a única ferramenta capaz de apontar os próximos passos para uma melhor gestão da organização. Metas realistas (e necessárias) são obtidas a partir daqui.

3) Balanço Patrimonial – Perceber que, em algumas situações, sobrar dinheiro em caixa não é lucro, faltar dinheiro, não é prejuízo. Diminuir muito ou aumentar muito o estoque pode gerar estas consequências... E só com o controle dos estoques através de indicadores no Balanço Patrimonial é possível perceber este movimento.

Benefícios de se ter um bom Balanço Patrimonial?

Enxergar onde está sendo aplicado os recursos da organização. Bem como os parceiros estão financiando o seu negócio. Pensa que é só banco que te empresta recurso para você seguir adiante?

No Balanço Patrimonial é possível perceber que estratégias adotar, de enriquecimento, para que o negócio seja mais saudável, mais eficiente, imbatível.

Existe outros fatores que potencializam uma jornada mais segura, com sábias decisões, rumo a metas, a objetivos que os gestores da organização se propõem a conquistarem. São assuntos para diversos outros textos e vídeos que a PD Consultoria se propõe a realizar, com uma frequência média semanal. Envie suas perguntas, seus comentários. Elas podem inspirar excelentes abordagens para te ajudar na sua jornada, rumo às suas conquistas pessoais, profissionais, organizacionais.

Paulo Dias Fernandes é consultor de empresas desde 2.000. Atua na gestão financeira, gestão de pessoas, processos, custos, qualidade.

Graduado em Economia, Pós em Gestão Empresarial e Mestrando em Engenharia Industrial.



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Paulo Dias Fernandes é economista, consultor de empresas desde 1999, educador presencial e virtual, palestrante.

Escreve seus artigos baseados na realidade das empresas.

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